29 de ago de 2013

ENCONTRO DE CURA E LIBERTAÇÃO


INFORMAÇÕES:

Data: 07 e 08 de setembro de 2013

Local: Ginásio de esportes das Irmãs Canossianas - Rua Henrique Dias, 400 - Bairro Belvedere - Araras/SP

Taxas de inscrição:
  • Até 31 de agosto - R$ 20,00 (sem refeições)

R$ 60,00 (com direito a café da manhã, almoço e jantar do sábado e café da manhã e almoço do domingo)

  • A partir de 01 de setembro - R$ 30,00 (sem refeições)

R$ 70,00 (com direito a café da manhã, almoço e jantar do sábado e café da manhã e almoço do domingo)

Alimentação: Haverá venda de pastel, cachorro quente e refrigerante no local.
Direito às marmitex somente para quem fizer a inscrição até o dia 05 de setembro.

Acomodação: No próprio local do encontro. É NECESSÁRIO LEVAR COLCHONETE OU COLCHÃO INFLÁVEL.

Inscrições:
Com os coordenadores de Grupo de Oração
No escritório da RCC - Rua Alferes Franco, 80 - Centro - Limeira/SP
Através de depósito no Banco Itaú, Agência 0279, Conta Corrente 47632-9 ou. Após o depósito, enviar comprovante e ficha preenchida para o e-mail: contatorcclimeira@hotmail.com

Informações: (19) 3441-5329 – Ramal 210 com Ana Paula  

** Por favor, para melhor organização do encontro, faça sua inscrição com desconto até o dia 31/08.


23 de ago de 2013

Atenção S. José do Rio Preto e região!!!


Data: 31 de agosto e 01 de setembro

Horários: Sábado das 8h às 18h e domingo das 8h às 16h

Local: Casa de Retiros da RCC - Vicinal de Talhados

Valores:  R$ 20,00 com alimentação até quinta-feira, 29 de agosto
              R$ 10,00 sem alimentação até quinta-feira, 29 de agosto
            R$ 15,00 sem alimentação, para inscrições realizadas a partir de 30 de agosto


Inscrição: Faça um depósito no valor da inscrição no Banco Bradesco, agência 2825, conta corrente 3020-1 
Para confirmar sua inscrição envie, através de e-mail, para o escritório diocesano (escritorio@beraka.org.br) seu nome, grupo de oração, cidade e o comprovante de pagamento.

Maiores informações:
Fernanda (17)3121-6535; (17)97758785
Escritório (17)3235-7320

18 de ago de 2013

Sobre a assunção de Maria ao Céu

A Sagrada Tradição da Igreja ensina que Nossa Senhora foi elevada ao céu de corpo e alma, após sua morte. No entanto, as particularidades da “morte” da Virgem Maria não são conhecidas. Santo Epifânio, bispo de Salamina de Chipre, compôs, nos anos de 374-377, o livro sobre as heresias, no qual escreve:

“Ou a santa Virgem morreu e foi sepultada e seguiu-se depois sua Assunção na glória, ou sem fim verificou-se em plena e ilibada pureza, adornando a coroa de sua virgindade...” (MS, p. 267).

O Dogma da Assunção da Virgem Santíssima foi proclamado, solenemente, pelo Papa Pio XII no dia 1º de novembro de 1950 e sua festa é celebrada no dia 15 de agosto. Grande júbilo e alegria pairou sobre todo o mundo católico naquela data, especialmente para os filhos de Maria. Quando o Papa o decretou por meio da Constituição Apostólica “Munificientissimus Deus” foi uma verdadeira apoteose, tanto na Praça de São Pedro em Roma, como nas outras cidades do mundo católico. Nesse documento disse o Papa: “Cristo, com Sua morte, venceu o pecado e a morte e sobre esta e sobre aquele alcançará também vitória pelos merecimentos de Cristo quem for regenerado sobrenaturalmente pelo batismo. Mas por lei natural Deus não quer conceder aos justos o completo efeito dessa vitória sobre a morte, senão quando chegar o fim dos tempos. Por isso os corpos dos justos se dissolvem depois da morte, e somente no último dia tornarão a unir-se, cada um com sua própria alma gloriosa. Mas desta lei geral Deus quis excetuar a Bem-Aventurada Virgem Maria. Ela, por um privilégio todo singular venceu o pecado; por sua Imaculada Conceição, não estando por isso sujeita à lei natural de ficar na corrupção do sepulcro, não foi preciso que esperasse até o fim do mundo para obter a ressurreição do corpo”.

E, assim, na Praça de São Pedro, em Roma, diante do pórtico de São Pedro, circundado por 36 Cardeais, 555 Patriarcas, Arcebispos e Bispos e sacerdotes, e perante cerca de um milhão de fiéis, o Papa proclamava solenemente:
“Depois de haver mais uma vez elevado a Deus nossas súplicas e invocado as luzes do Espírito Santo, a glória de Deus Onipotente, que derramou sobre a Virgem Maria Sua especial benevolência, em honra de Seu Filho, Rei imortal dos séculos e vencedor do pecado e da morte, para maior glória de Sua augusta Mãe e para a alegria e exultação de toda a santa Igreja, e pela autoridade de Nosso Senhor Jesus Cristo, dos Santos Apóstolos Pedro e Paulo e Nossa, pronunciamos, declaramos e definimos ser dogma de fé revelado por Deus que: a Imaculada Mãe de Deus, sempre Virgem Maria, terminado o curso de sua vida terrena, foi elevada à glória celeste em corpo e alma” (MS, p. 282).

O Papa Paulo VI, na Exortação Apostólica “Marialis Cultus”, resume a importância desse dogma numa expressão cheia de densidade:
“A solenidade de 15 de agosto celebra a gloriosa Assunção de Maria ao céu: festa de seu destino de plenitude e de bem-aventurança, glorificação de sua alma imaculada e de seu corpo virginal, de sua perfeita configuração com Cristo ressuscitado” (MC, n. 6).

Assim, Maria participa da ressurreição e glorificação de Cristo. É preciso lembrar, aqui, que somente Jesus e Maria subiram ao céu, de corpo e alma. Os santos estão lá apenas com suas almas, pois os corpos estão na terra, aguardando a ressurreição do último dia. Maria, ao contrário, foi elevada ao céu também com seu corpo já ressuscitado. É uma grande glória dela.
A Sagrada Congregação para a Doutrina da Fé, em uma Instrução de 17-05-1979, deixou bem claro:

“A Igreja, ao expor a sorte do homem após a morte, exclui qualquer explicação que tire o sentido à Assunção de Nossa Senhora naquilo que ela tem de único, ou seja, o fato de ser a glorificação corporal da Virgem Santíssima uma antecipação da glorificação que está destinada a todos os outros eleitos” (n. 6).

Quais os motivos da Assunção de Nossa Senhora?

1 - Como Maria não esteve sujeita ao poder do pecado para poder ser a Mãe de Deus, também não podia ficar sob o império da morte; pois, como disse São Paulo, “o salário do pecado é a morte” (Rm 6,23). Assim, Maria não experimentou a corrupção da carne mas foi glorificada em sua alma e seu corpo.

2 - A carne de Jesus e a de Maria são a mesma carne. Portanto a carne de Maria devia ter a mesma glória que teve a de seu Filho.
São João de Damasco no ano 749 escreve:

“Era necessário que aquela que no parto havia conservado ilesa sua virgindade conservasse também sem corrupção alguma seu corpo depois da morte. Era preciso que aquela que havia trazido no seio o Criador feito menino habitasse nos tabernáculos divinos. Era necessário que aquela que tinha visto o Filho sobre a Cruz, recebendo no coração aquela espada das dores das quais fora imune ao dá-Lo à luz, O contemplasse sentado à direita do Pai. Era necessário que a Mãe de Deus possuísse aquilo que pertence ao Filho e fosse honrada por todas as criaturas como Mãe de Deus”.

E assim também se exprime São Germano, patriarca de Constantinopla, falecido em 735, e outros santos (MS, pp. 272 e 273).
A festa do Trânsito de Maria, que honrava sua morte, passou gradualmente a comemorar sua Assunção corporal ao céu. No sacramentário enviado pelo Papa Adriano I ao Imperador Carlos Magno (768-814), que introduziu o Cristianismo em todo o vasto império franco, está escrito:

“Digna de honra é para nós, Senhor, a festividade deste dia em que a Beata Virgem Maria, a Santa Mãe de Deus, sofreu a morte temporal mas não pôde ser retida pelos inexoráveis laços, porque ela deu à luz o seu Filho, nosso Senhor, que tomou sua carne” (MS, p. 273). No Sínodo de Mainz, no ano 813, Carlos Magno introduziu a festa da Assunção de Maria ao Céu, depois de haver obtido autorização de Roma.

Foi São Gregório de Tours, falecido em 596, o primeiro a proclamar a Assunção corpórea de Maria ao Céu. Um século mais tarde, Santo Ildefonso de Toledo afirmou: “Não devemos esquecer que muitos consideram que ela [Maria] foi neste dia levada corporalmente ao céu por Nosso Senhor Jesus Cristo” (MS, p. 274).

Muitos santos perguntavam se o melhor dos Filhos poderia recusar à melhor das Mães à participação em sua ressurreição e o glorioso domínio à direita do Pai? Para eles sua dignidade de Mãe de Deus exige a Assunção.

Para Santo Irineu, do século II, como a nova Eva, Maria participou da sorte do novo Adão, Jesus Cristo, ressuscitou depois da morte, e seu corpo não experimentou a corrupção (MS, p. 277).

Como Maria não teve na alma a mancha do pecado original, ficou isenta da dura sentença dada aos demais: “Es pó e em pó hás de tornar” (Gn 3,19). A nós que herdamos o pecado original, é preciso voltar ao pó da terra de onde saímos, para que na ressurreição do último dia, o Senhor nos refaça sem as seqüelas do mal.

A rica Tradição da Igreja reconheceu desde os primeiros séculos a gloriosa Assunção de Nossa Senhora. Dela dão testemunho S. João Damasceno, São João Crisóstomo, S. Tomás de Aquino, S. Boaventura, S. Anselmo, São Bernardo e outros luminares e teólogos famosos. Além disso, a Sagrada Liturgia sempre confirmou a verdade desse dogma, tanto nos antigos missais como nos sacramentários, hinos e saudações à subida da Rainha ao céu. Além disso, nunca, em Igreja nenhuma da terra, se venerou uma relíquia do corpo de Maria Santíssima, mostrando com isto uma convicção certa e inabalável de que Ela está no céu.

Contudo, a razão mais forte da Assunção de Nossa Senhora está no fato de ela ser a Mãe do Senhor. Como disse o frei Francisco de Monte Alverne:

“Consentiria o meigo Jesus de Nazaré que sua morada puríssima, o céu esplêndido onde por nove meses repousaria, a estátua viva esculpida pelo próprio Criador, ficasse nessa terra de exílio? Porventura o Rei dos Exércitos esperaria o fim dos tempos para que a corte celeste prestasse homenagens reais à sua Mãe. Não, pois era mister que a humanidade reconhecesse quanto era considerada uma mãe tão extremosa” (nota 22 e Tm p. 314).

A glória da Assunção de Nossa Senhora ao céu é, para nós que ainda vivemos neste vale de lágrimas, a certeza de que o céu existe e é nosso destino.

Felipe Aquino


Prof. Felipe Aquino @pfelipeaquino, é casado, 5 filhos, doutor em Física pela UNESP. É membro do Conselho Diretor da Fundação João Paulo II. Participa de aprofundamentos no país e no exterior, escreveu mais de 60 livros e apresenta dois programas semanais na TV Canção Nova: "Escola da Fé" e "Pergunte e Responderemos". Saiba mais em Blog do Professor Felipe Site do autor: www.cleofas.com.br

1 de ago de 2013

Gato e as botas da fé

Gato era o apelido de um menino que aceitou o convite de Jesus de juntos construírem Seu Reino de amor e paz. Ele recebeu de presente o dom da , muito mais poderoso do que a bota do Gato de Botas, que andava só 7 léguas. Com ela Gato podia chegar até o céu, pois ela removia montanhas, dava uma poderosa visão como se visse o invisível, transpunha a barreira do tempo e do espaço, dando uma certeza daquilo que não se vê e enchia o coração de esperança.



Sabendo que faltava pouco tempo para Jesus voltar e reinar sobre toda a Terra, Gato "calçou" suas BOTAS DA FÉ com a força da oração e saiu em PRONTIDÃO PARA ANUNCIAR O EVANGELHO DA SALVAÇÃO.
Como mensageiro da paz, ele sabia que sua luta não era contra pessoas, mas sim contra o mal. O que o confortava era saber que Jesus, que venceu todo o mal, estava com ele. - Vou fazer tudo que Jesus mandar e dar muitos corações para Ele. - pensou Gato.

CORAÇÃO VAZIO
O primeiro coração que Gato encontrou estava vazio. Quando ouviu falar de Jesus o coração respondeu:
- Jesus? Quem é Ele? Nunca ouvi falar...
Gato não teve dúvida e colocou o CAPACETE DA SALVAÇÃO. Ao saber da salvação em Jesus o ex-Coração Vazio se abraçava de alegria e exclamava:
- Fica comigo Jesus!
Que conversão!

CORAÇÃO DE PEDRA
Era velho, escuro e todo cheio de trancas o Coração de Pedra. Gato "se vestiu" com a COURAÇA DA JUSTIÇA e anunciou:
- A justiça protege nosso coração contra o rancor e a mágoa. Justiça é amar como Jesus amou, perdoar como Ele nos perdoou e onde abundou o pecado superabundará a graça. Cansado daquela vida, o ex-Coração de Pedra se abriu ao perdão e onde entra a justiça chega a paz!

CORAÇÃO SEM PORTA
O terceiro coração era sem porta, por isso dentro dele havia de tudo: amuletos, pirâmides, figas, trevos de quatro folhas, revistas de horóscopo... Que confusão! 
- É hora de usar o CINTO DA VERDADE que liberta de todo engano, disse Gato.
Quando Jesus passou a ser a Porta daquele coração, que transformação! Agora o coração não só encontrou uma porta, mas o Caminho, a Verdade e a Vida!

CORAÇÃO PARAFUSO
Ele ficava num buraco enorme e lá dentro dizia: Eu acho... Eu sinto... Eu penso... Para mim... Mas nunca tomava uma decisão ou saia de seu mundinho para servir ou ajudar as pessoas. Ficava como parafuso rodando em volta de si mesmo e cada vez mais afundando no mesmo lugar. Gato tomou logo o ESCUDO DA FÉ e repetiu as Palavras de Jesus: 
- Quem quiser me seguir renuncie a si mesmo, tome a sua cruz e siga-me!
Cansado de ser escravo de seus próprios sentimentos, o ex-Coração Parafuso saltou daquele buraco para ter uma vida nova. Que libertação!

CORAÇÃO DA DÚVIDA
O Coração da Dúvida era cheio de interrogação- Será? E se não for verdade? Ninguém voltou pra contar.
Mas gato desembainhou a ESPADA DO ESPÍRITO SANTO que convence a respeito do pecado, da justiça e do juízo (João 16, 8).
- Jesus ressuscitou, voltou e contou que na "casa do Pai há muitas moradas". nele a gente pode confiar.
Que decisão!

ARMADURA DO CRISTÃO
O Gato reuniu todos os corações transformados pra explicar:
- Assim como o guarda de trânsito só tem autoridade quando está vestido de seu uniforme, nos fortaleceremos, no poder da força de Deus, nos revestindo com a Armadura do Cristão para resistir a toda cilada do mal. Protejam-se com a Armadura de Deus a fim de que possam resistir no dia mau, e assim, usando todos os meios, continuem firmes (Efésios 6, 10-13).

I Timóteo 6,12

"Combate o bom combate da fé. Conquista a vida eterna, para a qual foste chamado e fizeste aquela nobre profissão de fé perante muitas testemunhas"

Gostaram da nossa história, amiguinhos?
Lembre-se: Não saia de casa sem a Armadura do Cristão!



Fonte: Revista Renovação - Publicação oficial da RCC do Brasil
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