27 de abr de 2012

PLANEJAMENTO DE VIDA PESSOAL E CULTURA DE PENTECOSTES


O Beato João Paulo II, dirigindo-se aos membros da Renovação Carismática na Itália, a 14 de março de 2002, deu-nos um mandato, que se tornou célebre no nosso meio carismático, mas que precisa ser cada vez mais refletido e aprofundado: No nosso tempo, ávido de esperança, fazei com que o Espírito Santo seja conhecido e amado. Assim ajudareis a fazer que tome forma aquela ‘cultura do Pentecostes’, a única que pode fecundar a civilização do amor e da convivência entre os povos.

A tomada de consciência desse mandato é algo fundamental para nós, RCC. São palavras determinantes para a vida daqueles que estão inseridos em nosso Movimento. Sabemos o quanto era cara para João Paulo II a expressão “Civilização do Amor”, tão usada durante o seu pontificado. Mas o que mais nos intriga é a relação que o papa estabelece entre Civilização do Amor e Cultura de Pentecostes! Ele chega a afirmar que a Cultura de Pentecostes é a única - portanto não há outra - capaz de fecundar a Civilização do Amor. Sendo assim, a contribuição da RCC é fazer com que o Espírito Santo seja conhecido e amado. Esse é o nosso papel, a ordem que recebemos da Igreja. É o que temos feito desde o começo e continuaremos a realizar.

No entanto, ao falarmos de cultura, devemos pensar em costumes sendo estabelecidos, atitudes e comportamentos afirmados, nas formas de organização de um povo, numa identidade própria, em territórios determinados e períodos específicos. Em outras palavras, cultura é a maneira de pensar e agir de um povo. Dessa forma, abre-se para nós a necessidade de reconhecermos que a experiência do Espírito Santo assume uma dimensão espiritual e social. Espiritual, porque transforma a vida daquele que experimenta a efusão do Espírito. Social, porque esse sujeito renovado pelo Espírito se deixa possuir e conduzir por Ele, a fim de impactar o mundo à sua volta com seus comportamentos e atitudes.

Ao iniciarmos a caminhada de um novo ano, cabe fazermos uma reflexão de como tem sido a nossa prática cristã na Igreja e na sociedade. 
Estou me deixando renovar pelo Espírito Santo a ponto de minha vida estar contribuindo para o incremento de uma nova cultura? 
Minha vida moral condiz com o homem novo? 
Como está a vida comunitária nos nossos grupos e comunidades? 
Estamos dando um testemunho atraente de fraternidade? 
E como vai a nossa comunhão com outras expressões eclesiais? 
No seio familiar, nossos comportamentos são de homens e mulheres renovados pelo Espírito? 
Os consagrados e sacerdotes se questionem: a experiência de efusão do Espírito está me permitindo viver de maneira nova meu ministério, vocação e a dar um testemunho de vida alegre e de total dedicação à Igreja?

Com base naquilo que constatarmos, façamos o nosso planejamento pessoal, reconhecendo virtudes, trabalhando fraquezas, em vista de contribuirmos melhor para o estabelecimento de uma nova cultura. Pois a organização da nossa vida pessoal é algo fundamental para que essa Cultura se expanda, já que o Espírito Santo é um Espírito de “ordem” e não de confusão. E também porque é a partir de nossas realidades humanas que essa Cultura vai se estabelecer, e não de outra forma. Planejar a vida de oração, os estudos, o serviço apostólico, a vida e convivência familiar, profissional, social, e o lazer é demonstração de responsabilidade com a nossa vida e com missão que o Senhor nos confiou.

Sugerimos que, de acordo com cada assunto analisado, escrevamos um pequeno plano com os seguintes itens:

1) Onde quero chegar/ ou como quero estar? (Sonho)
2) Como estou em relação a isso? (Realidade)
3) Quais passos vou dar para chegar onde quero? (Passos)

Depois de preenchidos, tais pontos devem ser constantemente avaliados para que seja constatado em que aspectos houve avanços ou regressões.
Que ao fazermos o nosso planejamento pessoal de vida, coloquemos toda a nossa diligência e empenho a fim de que a Civilização do Amor seja uma realidade em nossos dias!

Fernando dos Santos Gomes
Coord. Estadual do Ministério Jovem - SP
Grupo de Oração Javé Chammá


Fonte: RCCBrasil

19 de abr de 2012

Dom Petrini na Assembléia da CNBB: Uma cultura que vê na morte uma solução é uma cultura decadente

APARECIDA, 19 Abr. 12 / 09:15 am (ACI/EWTN Noticias)

No primeiro dia da 50ª Assembleia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), que teve início ontem, 15, às 15h alguns bispos brasileiros receberem os jornalistas para uma coletiva de imprensa. Um tema que entrou na pauta da entrevista foi a recente decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), aprovando o aborto de fetos anencéfalos. Dom Petrini, presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e Familia da CNBB voltou a rechaçar a decisão do Supremo insistindo que dar morte a estes fetos não é a solução do problema.

Na primeira entrevista coletiva dos bispos em Aparecida, estiveram presentes além de Dom João Carlos Petrini (também bispo de Camaçari, BA), o presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Educação e Cultura, Dom Joaquim Giovani Mol Guimarães (bispo auxiliar de Belo Horizonte), e Dom Antônio Augusto Dias Duarte (bispo auxiliar do Rio de Janeiro).

Segundo o portal oficial da CNBB, a coletiva durou cerca de 30 minutos e, além do tema geral da assembleia – “A palavra de Deus na vida e missão da Igreja” –, mencionou diversos assuntos, como o jubileu das Assembleias Gerais; as premiações CNBB; e os preparativos do Encontro Mundial de Universidades Católicas – que, este ano, será realizado no Brasil, em Belo Horizonte –; a Jornada Mundial da Juventude (JMJ); as eleições municipais; dentre outros temas.

Dom Joaquim Geovani Mol foi questionado quanto à lei que torna obrigatório o ensino religioso nas escolas públicas do Brasil. O bispo explicou o mecanismo da lei, que não se aplica apenas à religião católica. “O aluno em uma sociedade plural, como a nossa, tem direito de ter conhecimentos sobre a sua própria religião, dentro da escola. Quem é católico, conhecimentos da religião católica, quem é evangélico, conhecimentos da religião evangélica, e assim por diante”, esclareceu.

Outro tema, que entrou na pauta, foi a recente decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que aprovou o aborto de fetos anencéfalos. Os ministros entenderam que esses bebês são indivíduos natimortos, com morte cerebral. Os bispos presentes reafirmaram a posição da CNBB, ao argumentarem de forma contrária à decisão do supremo.

“Uma cultura que vê na morte a solução de problemas, é uma cultura decadente”, disse dom Petrini. Sobre o mesmo assunto, o porta-voz da AG, Dom Dimas Lara Barbosa, afirmou que a deliberação do STF “não alterou em nada a posição da CNBB”, e que os ministros tiveram uma “visão limitada da pessoa humana.”, informou a CNBB através do seu portal.

18 de abr de 2012

Não estou conseguindo deixar comentários!

Pessoal, não estou conseguindo deixar comentários 
em nenhum blog!

Há tempos estou tentando, mas não consigo! Mais alguém está com esse problema?


Gostaria de agradecer a Ilze do blog Vida Nova pelos mimos da Troquinha de Páscoa. Adorei, querida! Deus lhe abençoe! 


Dizer que fiquei feliz que a Rosilana do Blog da Nena gostou do que enviei, que Deus a abençoe também!

Agradecer a todas as visitas e comentários deixados aqui! Louvado seja o Menininho Jesus pela vida de cada um! Tenho visitado seus blogs, escrevo o comentário, mas não sei o que acontece que envio, mas ele não aparece... 

13 de abr de 2012

Mãe de criança com Anencefalia: a vida sempre vale a pena

Fortaleza, 12 Abril 2012 (ACIDIGITAL)


Apesar da aprovação do aborto de crianças anencéfalas sancionada ontem pelo Supremo Tribunal Federal, a Consagrada na Comunidade de Aliança Shalom, Ana Cecília Araújo, que em 2000 deu à luz a uma criança com esta enfermidade, ofereceu nesta quinta-feira, 11, um testemunho no qual afirma que a vida sempre vale a pena. A sua filha Maria Tereza foi diagnosticada com a doença ainda no inicio da gestação e viveu 103 dias. Segundo Ana Cecilia, o aborto nunca foi uma opção e afirmou sobre a pequena: "apesar de sua limitação, sua vida anunciava e denunciava que a vida vale a pena ser vivida em sua plenitude".

"Amei-a com todas as minhas forças, tão profundamente que não tenho palavras para expressar. Amei-a como ela era, não querendo que fosse outra pessoa, mas ela, o ser dela, a alma dela, o corpo dela", conta a mãe em seu testemunho enviado à redação de ACI Digital.

O caso de Maria Tereza foi considerado altamente grave pelos médicos e, por isso, a criança recebeu o sacramento do batismo imediatamente após o nascimento. Mas, para a surpresa da equipe médica, o bebê reagiu bem aos primeiros dias de internação e com apenas 20 dias recebeu alta do hospital. Ao contrário do argumento de grupos abortistas, Ana Cecília diz que teve uma gravidez tranquila.

"Enquanto muitos médicos recomendam o aborto para esse caso, minha médica, Dra. Francy Emília Moura, honrou sua profissão, zelando pela vida. Acolheu-nos, fazendo tudo para que a gravidez fosse a mais tranquila possível. E assim aconteceu!", recorda Ana Cecília, que já era mãe de outros 3 filhos quando nasceu Maria Tereza: Ana Karine, Felipe José e Maria Clara.

Nos dias em que o Supremo Tribunal Federal votava o recurso de lei que legalizou o aborto dos bebês diagnosticados com anencefalia, Ana Cecília afirmou que era capaz de sentir a luta da filha pela vida: "Esta criança quer viver, ela vai viver". Maria Tereza não desistiu de sua existência (...). Deus realizou algo tão profundo dentro dela que, apesar de sua limitação, sua vida anunciava e denunciava que a vida vale a pena ser vivida em sua plenitude, mesmo que as maiores e mais sinceras justificativas digam que não".

"Quem somos nós para arbitrar no sagrado dom da existência?", questionou a mãe que viveu os treze meses de vida da sua pequena como um dom de Deus pelo qual ela agradece.
"Obrigada, Senhor, por a haveres criado! Só alegria brotava dentro do meu coração! Um mistério de amor!", expressou.

Ana Cecília e seu esposo são do Ceará, no nordeste do Brasil. No seu testemunho ela também afirma no que lembra que encontrou em Deus o sentido para lutar pela vida de sua filha: "Minha dor lentamente se convertia em oferta de amor por todos os homens, pela minha família, pela minha comunidade, por todos que, doando suas vidas, me formaram na vocação Shalom, sendo exemplo de fé e esperança no Deus Vivo."

"Um dia me perguntava por que Jesus passou ainda quarenta dias com os seus, após sua ressurreição. E, olhando para minha filha, pude compreender que aqueles a quem Jesus amava precisavam experimentar concretamente o poder da ressurreição, a graça do amor gratuito, assim como eu experimentei nos dias em que Maria Tereza passou entre nós", conta.

"Sinceramente, agradeço a todos que rezaram por nós e foram presença da misericórdia do Deus Justo. Avancemos livremente no amor, pois só ele permanece! (...) Tereza foi concebida na Quaresma, nasceu no Advento e foi para o Pai na Quaresma do ano seguinte. Um ano de bênçãos vivemos ao seu lado. Hoje somos uma família mais feliz, fomos tocados pela dor e pelo amor", resume Ana Cecília Araújo.

12 de abr de 2012

Um testemunho A FAVOR DA VIDA


Eu estava grávida do Igor, meu primeiro filho e no 4º mês foi detectado um atraso no crescimento, afetando todo processo de desenvolvimento dele. Com ANENCEFALIA , desvio de coluna, os pezinhos tortos. 

Na tentativa de salvar meu filho acreditei na médica que disse que ele não tinha possibilidade de vida dentro de mim, que iríamos tentar um parto prematuro, até que toda preparação estivesse sendo feita para eu entrar na sala de cirurgia, descobri que o bebê também não tinha chance de vida fora de mim e que viria falecer logo que nascesse. 

Alguns médicos já reunidos tentando decidir por mim sem meu conhecimento. Minha família soube e então ENTRA EM AÇÃO À FAVOR DA VIDA, pois assim como eles pensavam, era também a minha decisão. ACREDITEI NUM MILAGRE, MAS DEIXEI DEUS SER DEUS e decidir o que fazer. Então recebi a noticia já internada e com todos os preparativos para o parto, a médica disse que a cirurgia seria um aborto, pois o Igor não iria sobreviver e eu precisava autorizar judicialmente para continuar o procedimento, pois os médicos já estavam prontos defendendo o aborto, que segundo eles era um absurdo levar a gestação diante do diagnóstico. TENTARAM NOS CONVENCER de todas as formas que ESSA ERA A MELHOR SOLUÇÃO!!! 
Naquele momento tive sim muita tristeza, havia mais possibilidade de morte do que vida, mas Deus estava lá, era o Senhor da história. O Igor com uma missão linda de nos ensinar amar até o fim incondicionalmente. 
Pensei ainda que levando a gestação até o fim, se o Igor vivesse por duas horas que fosse ou menos, será que não teriam crianças aguardando doação de órgãos para viver? Os órgãos eram normais e já estava com 6 meses. Seria outra missão lindíssima, quantos de nós dariam a vida para que outros a tivessem? SOU A FAVOR DA VIDA e não tenho direito de decidir quem vai viver, embora corresse riscos de vida decidi ir até o fim. Não gerei sozinha!

“Vou publicar o decreto do Senhor. Disse-me o Senhor: Tu és meu filho, eu hoje te gerei.” 
Salmos 2,7

Percebi que no dia 25/04 um movimento estranho em minha barriga me dava certeza que ele tinha morrido, ERA MEU ANIVERSÁRIO. Então em 26/04 uma ultrassom confirma óbito fetal (inicia ali um lindo processo de conversão).

Uma missão que muitos levam anos para entender, Igor em seu pouco tempo a cumpriu, e parece que pouco se aprende sobre isso ainda, morrem sem aprender porque não tiveram a oportunidade que eu tive com meu filho que me ensinou a VIVER NO AMOR!
DEIXAR DEUS SER DEUS!!! Jesus não nos deixa sem paz se mantermos os olhos NELE. 
O IGOR FOI MINHA PRIMEIRA ALEGRIA, DEPOIS VEIO A SEGUNDA O GABRIEL, A TERCEIRA, O HENRIQUE, E A QUARTA, O TOBIAS.

“Responderá o Rei: - Em verdade eu vos declaro: todas as vezes que fizestes isto a um destes meus irmãos mais pequeninos, foi a mim mesmo que o fizestes.”
São Mateus 25,40

Karina Lemos dos Santos Coelho
Cuiabá

10 de abr de 2012

Menina anencéfala de 2 anos surpreende ciência

CNBB convoca fiéis para Vigília de Oração pela Vida


Na próxima quarta-feira, 11, o Supremo Tribunal Federal (STF) realiza o julgamento sobre a descriminalização do aborto de anencéfalos – casos em que o feto tem má formação no cérebro. A presidência da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) enviou na Sexta-feira Santa, 06, uma carta a todos os bispos do país, convocando os fiéis para uma Vigília de Oração pela Vida nesta terça-feira, 10, às 18h, na Praça dos Três Poderes, em Brasília.

Em agosto de 2008, por ocasião do primeiro julgamento do caso, a CNBB publicou uma nota que explicita a sua posição.

"A vida deve ser acolhida como dom e compromisso, mesmo que seu percurso natural seja, presumivelmente, breve. (...)Todos têm direito à vida. Nenhuma legislação jamais poderá tornar lícito um ato que é intrinsecamente ilícito. Portanto, diante da ética que proíbe a eliminação de um ser humano inocente, não se pode aceitar exceções. Os fetos anencefálicos não são descartáveis.  O aborto de feto com anencefalia é uma pena de morte decretada contra um ser humano frágil e indefeso. A Igreja, seguindo a lei natural e fiel aos ensinamentos de Jesus Cristo, que veio “para que todos tenham vida e vida em abundância” (Jo 10,10), insistentemente, pede,  que a vida seja respeitada e que se promovam políticas públicas voltadas para a eficaz prevenção dos males relativos à anencefalia e se dê o devido apoio às famílias que convivem com esta realidade", destaca a nota.

Leia, abaixo, a íntegra da carta da presidência da CNBB

Carta da presidência da CNBB

Irmãos no Episcopado,

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil jamais deixou de se manifestar como voz autorizada do episcopado brasileiro sobre temas em discussão na sociedade, especialmente para iluminá-la com a luz da fé em Jesus Cristo Ressuscitado, “Caminho, Verdade e Vida”.

Reafirmando a NOTA DA CNBB (P – 0706/08, de 21 de agosto de 2008) SOBRE ABORTO DE FETO “ANENCEFÁLICO” REFERENTE À ARGUIÇÃO DE DESCUMPRIMENTO DE PRECEITO FUNDAMENTAL Nº 54 DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL, a presidência solicita aos irmãos no episcopado:

Promoverem, em suas arqui/dioceses, uma VIGÍLIA DE ORAÇÃO PELA VIDA, às vésperas do julgamento pelos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a possibilidade legal do “aborto de fetos com meroanencefalia (meros = parte), comumente denominados anencefálicos” (CNBB, nota P-0706/08).

Informa-se que a data do julgamento da ADPF Nº 54/2004 será DIA 11 DE ABRIL DE 2012, quarta feira da 1ª Semana da Páscoa, em sessão extraordinária, a partir das 09 horas.

Com renovada estima em Jesus Cristo, nosso Mestre Vencedor da morte, agradecemos aos irmãos de ministério em favor dos mais frágeis e indefesos,

Cardeal Raymundo Damasceno Assis          Dom José Belisário da Silva          Dom Leonardo Steiner
Arcebispo de Aparecida                               Arcebispo de São Luiz               Bispo Auxiliar de Brasília
Presidente da CNBB                                  Vice Presidente da CNBB                 Secretário Geral da CNBB

9 de abr de 2012

Blogagem coletiva - Contra a liberação do aborto de anecéfalos

CONVOCAMOS TODOS BLOGUEIROS E INTERNAUTAS CRISTÃOS, de todas as denominações religiosas, NÃO-CRISTÃOS e TODOS os defensores da vida humana, PARA DIVULGAR E PARTICIPAR DA AÇÃO CONJUNTA CONTRA A LIBERAÇÃO DO ABORTO pelos 11 ministros(as) do STF - Supremo Tribunal Federal 

1 - VIGÍLIA ECUMÊNICA DE ORAÇÃO PRESENCIAL 

Dias 10 e 11.04.2012 - Vigília de Oração Ecumênica em frente ao STF - Supremo Tribunal Federal 

(a partir das 18:00 horas do dia 10.04.2012 )

Participações de artistas: Elba Ramalho e Nael de Freitas

2 - VIGÍLIA de ORAÇÃO pela VIDA nas DIOCESES

CNBB convoca VIGÍLIA de ORAÇÃO pela VIDA 

em TODAS AS DIOCESES DO BRASIL

Dia 10.04.2012 a partir das 18:00 horas

3 - TWITAÇO VIGÍLIA - #abortonuncamais

A partir das 18:00 horas do dia 10.04.2012, durante toda a noite e durante todo o dia 11.04.2012, até o término do julgamento no STF 

4- FACEBOOK E OUTRAS MÍDIAS

Direito à vida aos anencéfalos - Aborto nunca - Saúde para proteger mulher da morte Materna - 

CPI da VERDADE sobre o ABORTO,JÁ!

5 - ENVIO DE EMAILS 

A partir das 9:00 horas, nos dias 10 e 11.04.2012. até o término do julgamento - envio de emails para os Ministros do STF - Emails dos ministros e TEXTOS abaixo

EMAILS DOS MINISTROS

mgilmar@stf.jus.br, mgilmar@stf.gov.br, 
mcelso@stf.jus.br, mcelso@stf.gov.br, 
marcoaurelio@stf.jus.br, 
gabinete-lewandowski@stf.gov.br, 
anavt@stf.gov.br, anavt@stf.jus.br, 
carlak@stf.gov.br, carlak@stf.jus.br, 
gabminjoaquim@stf.jus.br, gabcob@stf.jus.br, audienciacarmen@stf.jus.br, 
audienciasgilmarmendes@stf.jus.br, 
gabinete-lewandowski@stf.jus.br, 
gabineteluizfux@stf.jus.br, 
gabmtoffoli@stf.jus.br


MODELO n. 01 de TEXTO DE EMAIL PARA OS MINISTROS

"Exmo(a) Senhor(a) Ministro(a) do Supremo Tribunal Federal: 

1 - Não concordo com a a possibilidade do aborto de bebês anencefálicos e cujo julgamento está marcado para o dia 11 de abril. 

2 - A liberação do assassinato de bebês anencéfalos não resolve a principal do problema, apontada pela medicina brasileira: a falta de ácido fólico na época da gestação. Em vez de matar os bebês, melhor será obrigar os governos a dar condição alimentar especial para as gestantes, a partir da fecundação do óvulo. 

3 - A liberação do aborto de anencéfalos fere a dignidade humana, pois o bebê apresenta de fato uma má-formação, porém ele não está em morte cerebral. Seguindo o protocolo de definição de morte cerebral para recém nascidos (que, aliás, apresenta particularidades diferentes do protocolo de adultos) não se chega à conclusão de morte encefálica, pois nenhuma técnica pode preencher as exigências legais para comprovar a morte cerebral de um feto vivo, dentro do útero. Inclusive, é de conhecimento público que a Associação Médica dos E.U.A. suspendeu a autorização de doação de órgãos nestes casos, exatamente por não ser possível diagnosticar a morte cerebral das crianças portadoras de anencefalia durante a gravidez ou depois do nascimento, pelo fato de estarem vivas. 

4- Não existe risco de morte para a gestante. O argumento de que a gestação de fetos com anencefalia é um risco de morte para a mãe não procede com a literatura da Obstetrícia clássica. Os riscos físicos e para o futuro obstétrico da mãe são menores se houver a espera do desenlace natural da gestação, com acompanhamento médico. 

5 - O aborto provocado em qualquer época da gestação é que traz sérios riscos à mãe. Não há base sólida em argumentos médicos e psicológicos para ser solicitada a liberação do aborto no caso de bebês anencefálicos. 

6 - É evidente a ingerência de interesses internacionais na liberação do aborto e no uso político das expectativas dessas mães para chegar a esse objetivo.

7 - Por isso, solicitamos de V. Excia que vote NÃO à interrupção da gravidez de bebês com anencefalia, e SIM ao acompanhamento ALIMENTAR, MÉDICO E PSICOLÓGICO das gestantes, as grandes vítimas dessa CULTURA DA MORTE que pretendem implantar no Brasil, com a ajuda da mais Alta CorteBrasileira. 

Atenciosamente ......."

MODELO N. 02 DE TEXTO DE EMAIL PARA OS MINISTROS:

Excelentíssimos Senhores Ministros do Supremo Tribunal Federal, antes de julgarem a ADPF 54 sobre o aborto dos bebês anencéfalos, peço leiam o que tenho a dizer:

“...Mas, se ergues da justiça a clava forte, Verás que um filho teu não foge à luta, Nem teme, quem te adora, a própria morte...”

Eu, ________________________________________________, venho por meio desta carta manifestar que sou contrário(a) ao aborto em todas as circunstancias, inclusive nos casos em que o feto é portador de anencefalia.
A vida é o maior dom de que dispomos e não compete a ninguém o poder de tirá-la.
Em um Estado Democrático de Direito, é preciso que seja resguardado o primeiro e mais importante Direito Fundamental, o Direito de Viver, sem o qual não se pode obter os demais direitos à saúde, educação, moradia, alimentação e lazer.
Não pode haver justiça numa decisão que opta por retirar a vida de seres inocentes, que se encontram numa situação de tamanha fragilidade como a dos bebes anencéfalos.
É pela vida do bebê e pelo bem-estar da mãe que lutamos.
O Estado deve zelar pelos cuidados para com a gestante e o bebê providenciando o conforto possível e todos os cuidados paliativos cabíveis, de maneira a aliviar o sofrimento. Além disso, devem ser implementadas medidas preventivas (vide art. 198, inc.II da CRFB/88) no sentido de propiciar a ingestão diária de ácido fólico por parte das mulheres em idade fértil, por ser este um meio comprovadamente eficaz de prevenção às malformações do tubo neural, dentre as quais se encontra a anencefalia ou, como mais corretamente denominada meroanencefalia (ausência parcial do encéfalo).
Defendemos que a mãe possa descobrir a importância do seu papel materno no chamado a amar seu filho, mesmo que ele esteja doente ou tenha pouca expectativa de vida.
A vida, mesmo que breve, merece ser vivida com intensidade e amor.
Esta é uma carta de quem ama a vida e luta para que todos tenham vida e a tenham em abundância.
Atenciosamente,
_____________________________________
(Assinatura)

“NÃO TENHO MEDO DO BARULHO DOS MAUS,

MAIS ME APAVORA O SILÊNCIO DOS BONS!”

Martin Luther King

Participe! A vida humana não tem religião, tem vida humana!

Envie este email para todos os seus conhecidos, amigos, parentes. 

Seja você também um defensor da vida humana!


Dom Antonio Carlos Rossi Keller

4 de abr de 2012

UM PEDIDO AOS PAIS


Escrita por ALBERTO MENEGUZZI, catequista de Caxias do Sul/RS

Queridos pais, se vocês soubessem o quanto me dediquei para evangelizar o seu filho e dar a ele um pouco de Deus. Sou um entusiasta desta proposta que um dia descobri e por ela encantei-me. Por ela, eu tento me empenhar e fazer com que sua mensagem toque outros corações como tocou o meu. Por que precisamos mover uma usina para acender uma lâmpada quando o assunto é a catequese? E isso, queridos pais, não é culpa de seu filho. Eu admito que também falho. A igreja também. Mas vocês, pais, também têm uma responsabilidade muito grande nesse caso. E digo isso com uma tristeza muito grande no coração. Uma tristeza que me corrói e me ataca sistematicamente.

Queridos pais, se soubessem o quanto amo o seu filho. Sim, amor verdadeiro, como o meu amor por Jesus. Amo a minha missão e, por consequência, amo também o objetivo desta missão. O seu filho é que me motiva a continuar evangelizando. E isso, queridos pais, é o que temos em comum na nossa relação com estes jovens. Vocês amam os seus filhos, com o amor incondicional, querem o melhor para eles. Eu, como catequista, também os amo, com o amor incondicional de Jesus Cristo.

Queridos pais, se vocês soubessem o quanto me sinto triste quando chega o dia da crisma. Tanto para mim quanto para a Igreja é uma data especial, importante, cheia de significados, isto é, repetir o que o próprio Jesus fez com os apóstolos, ou seja, conferir a outra pessoa o poder de transformar vidas. Um momento em que jovens recebem um dom precioso, o Dom do Espírito Santo. Veja bem que Dom é esse: ESPÍRITO SANTO. Falo do Espírito Santo. É isso que seu filho estará recebendo no dia da crisma. Um dom precioso, motivador e iluminador de toda a história da Igreja.

Queridos pais, se vocês soubessem o quanto a sua presença na vida religiosa de seus filhos é importante, talvez, encarassem a catequese com outros olhos. É na família que tudo acontece, nós, catequistas, somos apenas intermediadores. Vocês precisam nos ajudar. Rezem com eles. Acompanhem eles à missa. Participem dos encontros de família, dos retiros e encontros de formação. A presença de vocês, neste projeto, é fundamental.

Sei, a vida é corrida, questões profissionais, compromissos diversos, sei bem como é isso, pois eu também tenho diversas ocupações. No entanto, tenho de fazer-lhes um alerta: sejam pais mais presentes na vida religiosa de seus filhos. Se não for assim, com o seu exemplo, a catequese não terá tido validade alguma.
Nós, catequistas, somos apenas intermediadores.
Os melhores catequistas do mundo, sem dúvida alguma, são vocês.

3 de abr de 2012