31 de jul de 2008

Mais uma pro Dia dos Pais (essa é para as crianças menores)

Clique em cima da figura e imprima
Passe pintura a dedo ou guache na mãozinhas das crianças e em seguida "carimbe" no meio do desenho, deixe secar e está pronta uma lembrancinha para o papai!

28 de jul de 2008

Encenação para o dia dos Pais

(As criança entram. Cada criança faz uma fala. Outra opção é todas falarem juntas. Enquanto falam elas fazem gestos de mímica que ilustrem o que elas estão falando).
(Música: dedilhado de guitarra/violão ou de teclado)

Quando eu era pequenino
Você me segurou
Com suas mãos grandes e fortes
Você me amparou


A luz forte do hospital
Eu abri os olhos meio assim
E naquela hora eu pude ver
Que você sorriu pra mim


Você me levou pra casa
Cuidou da mamãe e de mim
E no meio da madrugada
Vinha sempre olhar pra mim


Quando eu comecei a falar
Eu também te chamava
Dizia “pa” e depois “papa”
Dizia papai e te abraçava


Quando eu comecei a andar
Segurava forte na sua mão
E me equilibrava meio sem jeito
Pra não cair no chão


Na hora em que eu me machucava
Era pra mamãe que eu corria
Mas na hora de fazer farra
Era você que eu queria


A gente já soltou pipa,
Até andou de bicicleta
E se lembra de quando
Eu vesti sua cueca?


Brincou de cavalinho
Jogou bola de montão
E se lembra de quando
Fomos ao parque de diversão?


Nesse dia de alegria
Tenho uma coisa a dizer:
Quando eu crescer
Quero ser igual a você.


Emílio Carlos(todos os direitos reservados)
emiliodicarlos@yahoo.com.br

26 de jul de 2008


O SAPO CANTOR


Todos os dias o sapo ouvia um galo cantar no alto de uma árvore. O sapo ficou apaixonado pela voz do galo e resolveu que podia cantar como a ave. Contou para os seus amigos. - Você tem certeza que pode? – perguntou a rã.
- Se o galo canta, por que eu não posso cantar? Eu tenho uma bela voz. – disse o sapo.
- Tudo bem, você acha. Se quer tentar que tente. – disse a rã com pena do amigo. Criou um festival de musica só para ele. Imaginou esse dia como o mais importante da sua vidinha de sapo. A bicharada da lagoa recebeu o convite impresso numa folha de planta aquática. “Ao raiar o sol, venha ver e ouvir o sapo cantor no festival de música batraquiana”
Finalmente chegou a hora. A lagoa estava repleta de bichos para ver o sapo cantar como o galo. O sapo nadou até o palco, montado numa pedra no bem no centro da lagoa, ajeitou o microfone feito de junco, tossiu para limpar a garganta e começou:
- Coach, coach, coach, coach... A platéia estava muda. Aquilo era cantar como um galo? Silenciosamente os assistentes começaram a se retirar. O sapo, de olhos fechados e peito estufado, continuava cantando imaginando que estava agradando. Ao terminar o canto, abriu os olhos e viu que estava só.
Milhões de pontos de interrogação dançavam na sua cabeça. Ele não podia entender... Por que seria que os amigos não esperaram ele terminar o canto para aplaudi-lo? Bem! Deixa pra lá! No dia seguinte, quando tomava sol com outros sapos e rãs, ele perguntou:
- Então, o meu canto agradou? Não cantei tão bem como o galo?
- Amigo, – disse o sapo mais velho da turma – quem nasceu pra sapo nunca chega a frango d’água e muito menos a galo cantor. Seja você mesmo para não perder seus amigos.


Autora: Maria Hilda de J. Alão.

O GALINHO TEIMOSO


O galinheiro era muito grande, com uma árvore de goiabas no meio. No fundo tinha como um barracão onde as galinhas botavam seus ovos. Do outro lado ficavam os porquinhos, pois faziam muita sujeira e barulho também. Todas as galinhas tinham suas ninhadas, dava gosto de ver os pintinhos andando pelo galinheiro tentando ciscar imitando suas mamães. Eram de todas as cores, desde amarelo, brancos, pretinhos e até rajadinhos e uns quase ruivos. Da ninhada da carijó nasceu um galinho muito espertinho.
Desde pequeno andava sempre de crista empinada mexendo sempre onde não devia. Sua mãe, a galinha carijó, muito bonita por sinal, procurava ensinar a todos da mesma forma. Não adiantava, pois o galinho era danado mesmo. As goiabas caiam do pé e eles aproveitavam para comer suas sementinhas e até a polpa da fruta. Não sobrava nada.
Recebiam todo dia a ração e a água era muito limpinha. Certo dia o galinho percebeu que havia outros vizinhos do outro lado. Eram os porquinhos. Percebeu, também, as cestas onde as galinhas botavam os ovos. Mas, que novidade! Ficou todo alegrinho. Andava e andava, pensando num jeitinho de passar para o outro lado. Na primeira tentativa sua mãe viu e correu para ele:
- Não faça isso galinho! Você vai arrumar encrenca. O que você quer do outro lado?
- Nada mamãe, só ver como é.
Na realidade o que ele queria mesmo era provar a comida dos porquinhos, pois de longe parecia muito apetitosa. Um outro dia lá foi o galinho, teimoso que era. Tentou, tentou e ficou enroscado na cerca.
- E agora, o que faço?
Quanto mais se esforçava mais preso ficava. Gritou, esperneou e nada. Com muito esforço conseguiu sair. É claro que todo machucado.
- Ah minha asinha, como ficou!
Todos riram dele no galinheiro, pois sua teimosia lhe custou caro. Veio a dona do galinheiro e o levou para passar remédio nos ferimentos. Quando o trouxe novamente, jogou-o e disse:
- Da próxima vez irá para a panela seu galinho teimoso.
É. Nem sempre prestamos atenção em nossas teimosias, elas podem ser muito más para nós. As conseqüências, às vezes, nos machucam e muito.
Não seja um galinho teimoso, preste atenção nas suas curiosidades, às vezes não precisamos nos machucar para sabermos das coisas.
Fique no seu lugar. Pergunte e logo saberá o que pode e o que não deve fazer. Ser audacioso às vezes é perigoso!


Autora: Marlene B. Cerviglieri

Cartão para o Dia dos Pais


Outro Cartão







Homenagem para o Dia dos Pais

Providencie caixas de vários tamanhos, uma deve caber dentro da outra, de forma que a maior contenha todas as outras. Dentro de cada caixa coloque um cartão contendo uma ordem e embrulhe cada uma como para presente.

Dirigente – Vamos convidar, neste momento, alguns pais para estarem aqui à frente e serem homenageados, homenageando assim todos os pais presentes.

Dirigente - Convidamos o pai mais idoso(Quando este vier à frente, entregue-lhe a caixa maior que contém as outras caixas e peça-lhe que abra o presente)

Ao abrir, encontrará um cartão e a segunda caixa. No cartão, que deve ser lido em voz alta, estará escrito:
“Queira nos desculpar, mas este presente é para o pai mais jovem.”

Dirigente - Convidamos o pai mais jovem(A dirigente abraça o pai mais jovem, entrega-lhe a segunda caixa e pede que abra)

Ao abrir, o pai encontrará outra caixa e o segundo cartão, onde lerá:
“Queira nos desculpar, mas este presente é para o pai que participou da Missa todos os domingos deste ano”

Dirigente - Dos pais aqui presentes, qual participou da Missa mais vezes? Venha aqui à frente.(A dirigente parabeniza este pai, entrega-lhe a 3ª caixa e solicita que abra)

Ao abrir, encontra outra caixa e um cartão, onde lerá:
“Desculpe-nos, mas este presente é para o pai que tem mais filhos.”

E, assim por diante, crie outros motivos para homenagear os pais, como por exemplo, “o pai que mais cedo se levantou hoje”, etc. Cada pai participante da homenagem deve receber um presente simples (uma caneta, ou uma meia) e a última caixa deve conter as lembranças especialmente preparadas para aquele dia e o cartão: “Distribua estes presentes entre todos os pais”

23 de jul de 2008

Recadinho do Céu!!!


A importância do lúdico no desenvolvimento da criança

O brinquedo é oportunidade de desenvolvimento. Brincando, a criança experimenta, descobre, inventa, aprende e confere habilidades. Além de estimular a curiosidade, a autoconfiança e a autonomia, proporciona o desenvolvimento da linguagem, do pensamento e da concentração e atenção.Brincar é indispensável à saúde física, emocional e intelectual da criança. Irá contribuir, no futuro, para a eficiência e o equilíbrio do adulto.
Brincar é um momento de auto - expressão e auto - realização. As atividades livres com blocos e peças de encaixe, as dramatizações, a música e as construções desenvolvem a criatividade, pois exige que a fantasia entra em jogo. Já o brinquedo organizado, que tem uma proposta e requer desempenho, como os jogos (quebra-cabeça, dominó e outros) constitui um desafio que promove a motivação e facilita escolhas e decisões à criança.
O brinquedo traduz o real para a realidade infantil. Suaviza o impacto provocado pelo tamanho e pela força dos adultos, diminuindo o sentimento de impotência da criança. Brincando, sua inteligência e sua sensibilidade estão sendo desenvolvidas. A qualidade de oportunidades que estão sendo oferecidas à criança através de brincadeiras e brinquedos garantem que suas potencialidades e sua afetividade se harmonizem.
A ludicidade, tão importante para a saúde mental do ser humano é um espaço que merece atenção dos pais e educadores, pois é o espaço para expressão mais genuína do ser, é o espaço e o direito de toda criança para o exercício da relação afetiva com o mundo, com as pessoas e com os objetos.Um bichinho de pelúcia pode ser um bom companheiro.
Uma bola é um convite ao exercício motor, um quebra - cabeças desafia a inteligência e um colar faz a menina sentir-se bonita e importante como a mamãe. Enfim, todos são como amigos, servindo de intermediários para que a criança consiga integrar-se melhor.As situações problemas contidas na manipulação dos jogos e brincadeiras fazem a criança crescer através da procura de soluções e de alternativas.
O desempenho psicomotor da criança enquanto brinca alcança níveis que só mesmo a motivação intrínseca consegue. Ao mesmo tempo favorece a concentração, a atenção, o engajamento e a imaginação. Como conseqüência a criança fica mais calma, relaxada e aprende a pensar, estimulando sua inteligência.Para que o brinquedo seja significativo para a criança é preciso que tenha pontos de contato com a sua realidade. Através da observação do desempenho das crianças com seus brinquedos podemos avaliar o nível de seu desenvolvimento motor e cognitivo. No lúdico, manifestam-se suas potencialidades e ao observá-las poderemos enriquecer sua aprendizagem, fornecendo através dos brinquedos os nutrientes ao seu desenvolvimento.




A relação criança X brinquedo X adulto

A criança trata os brinquedos conforme os receberam. Ela sente quando está recebendo por razões subjetivas do adulto, que muitas vezes, compra o brinquedo que gostaria de ter tido, ou que lhe dá status, ou ainda para comprar afeto e outras vezes para servir como recurso para livrar-se da criança por um bom espaço de tempo. É indispensável que a criança sinta-se atraída pelo brinquedo e cabe-nos mostrar a ela as possibilidades de exploração que ele oferece, permitindo tempo para observar e motivar-se.
A criança deve explorar livremente o brinquedo, mesmo que a exploração não seja a que esperávamos. Não nos cabe interromper o pensamento da criança ou atrapalhar a simbolização que está fazendo. Devemos nos limitar a sugerir, a estimular, a explicar, sem impor nossa forma de agir, para que a criança aprenda descobrindo e compreendendo e não por simples imitação. A participação do adulto é para ouvir, motivá-la a falar, pensar e inventar.
Brincando, a criança desenvolve seu senso de companheirismo. Jogando com amigos, aprende a conviver, ganhando ou perdendo, procurando aprender regras e conseguir uma participação satisfatória.
No jogo, ela aprende a aceitar regras, esperar sua vez, aceitar o resultado, lidar com frustrações e elevar o nível de motivação.Nas dramatizações, a criança vive personagens diferentes, ampliando sua compreensão sobre os diferentes papéis e relacionamentos humanos.As relações cognitivas e afetivas da interação lúdica, propiciam amadurecimento emocional e vão pouco a pouco construindo a sociabilidade infantil.
O momento em que a criança está absorvida pelo brinquedo é um momento mágico e precioso, em que está sendo exercitada a capacidade de observar e manter a atenção concentrada e que irá inferir na sua eficiência e produtividade quando adulto.




Vamos brincar?

Brincar junto reforça os laços afetivos. É uma manifestação do nosso amor à criança. Todas as crianças gostam de brincar com os pais, com a professora, com os avós ou com os irmãos.A participação do adulto na brincadeira da criança eleva o nível de interesse, enriquece e contribui para o esclarecimento de dúvidas durante o jogo. Ao mesmo tempo, a criança sente-se prestigiada e desafiada, descobrindo e vivendo experiências que tornam o brinquedo o recurso mais estimulante e mais rico em aprendizado.Guardar os brinquedos com cuidado pode ser desenvolvido através da participação da criança na arrumação feita pelo adulto. O hábito constante e natural dos pais e da professora ao guardar com zelo o que utilizou, faz com que a criança adquira automaticamente o mesmo hábito, ocorrendo inclusive satisfação tanto no guardar como no brincar.


Maria do Rosário Silva Souza


" Os professores podem guiá-las proporcionando-lhes os materiais apropriados mais o essencial é que, para que uma criança entenda, deve construir ela mesma, deve reinventar. Cada vez que ensinamos algo a uma criança estamos impedindo que ela descubra por si mesma. Por outro lado, aquilo que permitimos que descubra por si mesma, permanecerá com ela."
( Jean Piaget )

Ser criança é ser feliz!!!!



20 de julho: Dia da Amizade


Amizade


16 de jul de 2008

Armadura do Cristão - Efésios 6, 10-20





Para Cantar Marchando


Marcha Soldado

Marcha soldado
Com a armadura do cristão
A couraça da justiça
E o chapéu da salvação
Com o cinto da verdade
O escudo da fé
A espada da justiça
E a prontidão no pé

Marcha soldado
Contra o mal vamos lutar
Cumprir o dever
De o Evangelho anunciar






Para rezar todos os dias


"Finalmente, irmãos, fortalecido (a) no Senhor, pelo seu soberano poder. Revisto-me da armadura de Deus, para que eu possa resistir às ciladas do inimigo. Pois não é contra homens de carne e sangue que tenho de lutar, mas contra os principados e potestades, contra as forças espirituais do mal espalhadas nos ares. Tomo, portanto, a armadura de Deus, para que eu possa resistir nos dias maus e manter-me inabalável no cumprimento do meu dever. Fico alerta, a cintura cingida com a verdade, o corpo vestido com a couraça da justiça, e os pés calçados de prontidão para anunciar o Evangelho da paz. Sobretudo, embraço o escudo da fé, com que eu possa apagar todos os dardos inflamados do Maligno. Tomo, enfim, o capacete da salvação e a espada do Espírito, isto é, a palavra de Deus. "





A Bonequinha Preta



Era uma vez uma bonequinha preta, que morava em uma linda casa com Mariazinha. As duas brincavam o tempo todo, e até dormiam juntas quando estavam cansadas.
Todos os outros brinquedos dormiam em outros lugares, pois Mariazinha queria sempre a sua amiguinha, bonequinha preta junto.
Mas, o que ela não sabia, era que as bonequinhas não dormem como as meninas, aquele tempo todo, sem ver o mundo aqui fora. Eram diferentes das meninas e meninos de verdade em muitas coisas. Mesmo assim Mariazinha ensinava à sua bonequinha preferida tudo o que aprendia com a mamãe: tomar banho, escovar os dentes, trocar roupas limpas, e tudo mais.
Naquele dia, quando foi dormir um pouquinho depois do almoço, explicou direitinho à bonequinha preta que ela não deveria subir sozinha na janela:
- A janela é muito perigosa! A criança pode cair lá fora e nunca mais voltar para casa. Papai disse que precisa ter gente grande perto sempre que a gente quiser ir à janela.
Mariazinha viu que a bonequinha entendeu tudo muito bem, como sempre. Então dormiu sossegada...
A bonequinha preta também começou a dormir mas... uma voz diferente, forte e interessante entrava pela janela trazendo uma novidade que ela não conhecia:
- Verdureiro, verdureiro!
O que será isso, pensou a bonequinha. Mariazinha , que sempre sabia tudo, estava dormindo e não podia contar nada sobre verdureiros, que deviam ser seres novos e sensacionais! Ela precisava ver! Talvez seja isto: um cara todo verde! Ou quem sabe isto: alguém saindo assim do verde. Também podia ser um destes: nunca tinha visto um.
- Verdureiro, verdureiro!
Ir ou não ir só um pouquinho na janela? A dúvida passou rapidinho e logo ela já estava lá, tentando olhar tudo. Ela não queria cair, mas estava difícil ver. Subiu só mais um tantinho e... tchibum! Caiu lá embaixo! Por sorte, o verdureiro estava passando bem na hora, ela caiu em cima das verduras fofinhas de seu grande cesto. Ela era tão levinha que ele nem percebeu e continuou andando pelas calçadas com seu canto:
- Verdureiro, verdureiro!
Passou por várias ruas onde a bonequinha preta nunca tinha ido, cada vez mais longe...
Então o verdureiro decidiu voltar para casa, pois já era tarde. Entrou pela garagem escura, sem ver a bonequinha assustada que estava ali. E subiu as escadas para chegar em casa, largando o cesto no chão. A bonequinha preta começou a chorar, de tanto medo que estava daquele lugar estranho e escuro. Cair da janela assim tinha sido uma grande besteira e Mariazinha não ia gostar nada de ter sido desobedecida. Então chorou e chorou mais ainda, sem nenhum consolo... Nenhum!
Um gatinho que ia passando por ali ouviu aquele choro tão doído e ficou com muita pena da Bonequinha Preta. Tentou fazer gracinhas para ela sorrir, mas não deu certo.
- Então, o que posso fazer por você?
- Não sei, eu fui olhar só um pouquinho na janela, sem Mariazinha saber. Ela disse para eu não ir sozinha, e agora perdi minha linda casa!
- Talvez eu possa ajudar. Os gatos passeiam pela noite, e se você me contar como é sua casa, talvez eu a encontre.
- É uma linda casa branca, com janelas azuis, e uma menininha dentro, que deve estar muito triste agora.
E assim, o gato saiu pelas ruas à noite, procurando a casa certa. Procurou, procurou e... Encontrou aquela linda casa branca, com janelas azuis, e uma linda menininha que chorava muito.
-Vamos lá buscar sua bonequinha preta que caiu no cesto do verdureiro!
E lá foram os dois.
Quando chegaram, foi aquele abraço! Toda a choradeira passou e as duas prometeram nunca mais se separar. Voltaram juntas para casa mas, na hora de se despedir do gato, ficaram com tanta pena, que o convidaram a morar com elas na linda casa . Ele gostou muito da idéia.
Assim, a história acaba com todos felizes, merecendo no fim um ponto de alegria bem grande!
Autora: Alaíde Lisboa de Oliveira
FIM

Talita Cumi!

Menina, levanta-te!
¨TUA FILHA ACABA DE MORRER¨

LC 8,40-42; 49-56.


Hoje os meios de comunicação estão matando a pureza, a esperança, a inocência e a fé das nossas crianças, anulando a infância e tornando-as adultas antes do tempo.

É preciso que tenhamos a coragem, de levantarmos nossas vozes, e proclamenmos com coragem e autoridade: levantem-se crianças para santidade!

Vamos acreditar no nosso ministério e fazer a diferença, evangelizando com qualidade e criatividade. É disso que nossas crianças estão precisando.

O mundo moderno nos oferece muitas opções. Vivemos diante de muitas escolhas. Porém o ser humano tem a capacidade de abertura para DEUS, para o outro e para o mundo.

¨A catequese abre espaço a estas dimensões e tem como objetivo educar na fé, levando em conta as relações desenvolvidas pelos diferentes aspectos da vida que enriquecem a pessoa humana.¨ Ir. Marlene Bertoldi
A evangelização infantil hoje não pode ser pensada apenas como algo a ser executado, pois esta, interfere no crescimento espiritual, emocional e social das nossas crianças, levando-as a uma decisão de vida, para o crescimento e maturidade da fé anunciada.

Coroinha do Menino Jesus


Esta "Coroinha" deve a sua origem à venerável religiosa carmelita Margarida do Santíssimo Sacramento, falecida em 26 de março de 1648, em Beaume (França), na idade de 27 anos. Irmã Margarida tornou-se célebre pela sua devoção ao Menino DEUS. Compôs, por inspiração divina, um pequeno rosário constituído de 3 Pai-Nossos em honra da Sagrada Família, e de 12 Ave-Marias em memória dos doze anos da infância de JESUS.

JESUS mostrou à dedicada serva o quanto esta prática lhe era agradável: fez-lhe ver, numa revelação, estes pequenos terços brilhando com uma luz sobrenatural, prometendo-lhe que a quem o trouxesse e recitasse com devoção, daria graças especiais, sobretudo de pureza e inocência.

A recitação desta Coroinha obtém prodígios de graças espirituais e temporais, e é um poderoso escudo contra os espíritos infernais.


Rezando a Coroinha

- Beijar a medalha (ou imagem) dizendo:

Divino Menino JESUS, abençoai-nos.

- Nas três contas grandes rezar:

E o Verbo se fez carne e habitou entre nós. Pai Nosso...

- Nas doze contas pequenas rezar:

Ave Maria...

- Depois das doze Ave-Marias, termina-se beijando novamente a medalha (ou imagem) dizendo:

Divino Menino JESUS, abençoai-nos.

Novena das Horas

Para ser feita em nove horas consecutivas, rezando-se em cada hora:

"Menino JESUS, eu confio em Vós". (12 vezes)

Pai Nosso...

Ave Maria...

Glória ao Pai...


Consagração

Ó Divino Menino JESUS, verdadeiro Filho da Santíssima Virgem Maria, eu Vos saúdo, amo e adoro. Sob a proteção de Nossa Senhora e de São José, consagro-me inteiramente a Vós. Abençoai-me, ó meu Redentor, e ensinai-me a imitar Vossas virtudes e exemplos. Que o Vosso Sagrado Coração seja a minha força durante a vida e o meu consolo na hora da morte. Amém.


2 de jul de 2008

CARTA DO PAPA JOÃO PAULO II ÀS CRIANÇAS NO ANO DA FAMÍLIA

 Queridas crianças!

Nasce Jesus

Dentro de poucos dias, celebraremos o Natal, festa muito sentida por todas as crianças no seio de cada família. Neste ano, sê-lo-á ainda mais, porque é o Ano da Família. Antes que ele termine, desejo dirigir-me a vós, crianças do mundo inteiro, para partilhar convosco a alegria desta sugestiva ocorrência.

O Natal é a festa de um Menino, de um Recém-nascido. É, portanto, a vossa festa! Aguardais-la com impaciência, e para ela vos preparais com alegria, contando os dias e quase as horas que faltam para a Noite Santa de Belém.

Parece que estou a ver-vos: andais a preparar o presépio, em casa, na paróquia, em cada canto do mundo, reconstruindo o clima e o ambiente em que nasceu o Salvador. É verdade! Durante o período natalício, a gruta com a manjedoura ocupa o lugar central na Igreja. E todos se apressam a ir em peregrinação espiritual até lá, como os pastores na noite do nascimento de Jesus. Mais tarde, será a vez dos Magos chegarem do Oriente distante, seguindo a estrela até ao lugar onde foi colocado o Redentor do universo.

Calendário Julho

3 - São Tomé
4 - Isabel de Portugal
5 - Antônio Maria Zacarias
6 - Maria Goretti
9 - Santa Paulina
11 - São Bento
13 - Henrique da Baviera
14 - Camilo de Léllis
15 - São Boaventura
16 - Nossa Senhora do Carmo
17 - Santo Alex São Daniel, Inácio de Azevedo e companheiros e Bem-aventurada Ermengarda
20 - Santa Margarida de Antioquia / Dia da Amizade
21 - Lourenço de Brindes
22 - Maria Madalena
23 - Santa Brígida
25 - São Cristóvão e São Tiago
26 - Santa Ana e São Joaquim
26 - São Pantaleão de Nicomédia
29 - Santa Marta, memória
30 - Pedro Crisólogo, Santa Maria de Jesus Sacramento Venegas e São Leopoldo Mandic
31 - Inácio de Loyola